visitante(s) soprando palavras ao vento




31.3.04

"Mel Gibson mostrou que realmente aprendeu algo em tantos anos como ator. Pelo menos respeitar a história que decidiu transpor para as telonas ele soube, e isso já é muita coisa."
Do blog: New Spinner

Ou seja, uma crítica negativa ao filme, imprica diretamente uma crítica negativa à bíblia.

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 2:16 PM
 

Vejo com olhos cegos.
Vejo um monte de gente feliz,
Com o "tão só viver" sendo-lhes a razão
Aos meus olhos cegos.
Pergunto-lhes o motivo:
Estão felizes por não serem eu.
E eu?
Um bobo-tristonho-feliz,
Por pensar estarem felizes
( Meu Deus! e muitos - muitíssimos - estão mesmo ).


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 10:51 AM
 


29.3.04

Científica Paixão

Emergistes, mas agora retorna
Do fundo das fossas abissais de meu ser;
Da profunda escuridão,
Tal qual é o desconhecido.
Ah! paixão das profundezas que dela brota.

A paixão física!
A paixão metafísica!
A paixão serena!
A Grande Paixão Pequena!
A paixão marítima do fundo do mar.
A paixão do querer-se dar.
A paixão quimérica!
A paixão neuroquímica!
A paixão visceral!
A paixão cerebral!
A paixãozinha banal!
A sã paixão-louca!
A paixão por extinguir as pseudociências, e fundamentar a razão disto ( sim claro! ).
A paixão... - e tanta outras paixões -,
Brotando das fossas abissais:
Profundezas oceânicas do si mesmo;
De meu cósmico oceano pessoal,
Finito, mas ilimitado.

O amor! Sim, o amor!
O amor por tudo isso que se chama Tudo, e o Nada também.
O amor pela vida em versos feitos de prosa.
Ah! O amor pelos cosmos.
Pelo conhecimento: Pela ciência, e só o amor em si mesmo, sem explicações.
O amor do viver,
Do entender,
E até do entender não entender.

As leis da natureza são tão belas quanto a poesia.
Mas será, rege as mesmas leis a todos?

Leis.
Leis, Senhor!
Leis...
Sim leis.
Leis para explicar.
Explicar a paixão por leis:
Dar ordem ao caos.

Será de todos - os que talvez não existam -
A mesma paixão?
Se sim ou não, acho que teremos descoberto algo importante.


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 11:14 AM
 

Detectados altos índices de CO2 na atmosfera

A concentração de CO2 (gás carbônico) na atmosfera terrestre é um dos principais culpados pelo aquecimento global ¿ e os índices recentemente alcançaram níveis recordes após um crescimento acelerado no último ano. O alerta partiu de pesquisadores do Observatório Mauna Loa, no Havaí, que detectaram uma concentração média de 379 partes por milhão de CO2, ou três vezes mais que a média em 2003. Antes da era industrial e da queima de combustíveis fósseis, esse índice era de 280 partes por milhão e desde então não pára de crescer, mas o ritmo tem aumentado, pois a média de crescimento anual era de 1,8 parte por milhão na última década. O gás carbônico absorve a radiação solar impedindo que se dissipe para o espaço: é o efeito estufa, em alusão ao fenômeno que ocorre nas estufas das fazendas. Durante o século XX a temperatura média da Terra aumentou 0,6ºC e, segundo estimativas, até 2100 ela pode chegar entre 650 e 970 partes por milhão, elevando as temperaturas de 1,4ºC a 5,8ºC. Isso altera o clima do planeta e aumenta o nível dos oceanos, trazendo ainda outras conseqüências imprevisíveis ( como siclones tropicais anormais no Brasil, como o Catarina ).

Fonte: Folha On Line - Ciência

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 9:56 AM
 


25.3.04

RESSENTIMENTO

"Nada nesta vida consome uma pessoa mais rapidamente do que a paixão do ressentimento."
Friedrich Wilhelm Nietzsche ( 1844-1900 )

Se porventura nesta manhã você ao abrir os seus olhos poder identificar uma amargura e ressentimento contra uma determinada pessoa, saiba que você está provocando uma grande sabotagem contra si mesmo(a).

Esse sentimento pode enfraquecer áreas vitais da sua vida ao corroer o que há de mais precioso na sua existência: o seu coração.

Ressentimento é como um anzol onde trazemos certas pessoas amarradas na nossa linha. Enquanto não as libertarmos desse anzol, as conseqüências maléficas que trazemos sobre nós mesmos serão devastadoras. Ressentimento é a mãe das principais doenças emocionais e é a responsável por um número incontável de pessoas que hoje estão se submetendo às mais variadas formas de terapias ou ocupando leitos de hospitais.

Quem é a pessoa (ou pessoas) que hoje você precisa ¿soltar¿ do seu anzol para que, uma vez aliviado desse peso, você possa criar pela graça de Deus um espaço no seu coração para a PAZ e FELICIDADE?

Nesse momento pense naquela pessoa à qual você tem manifestado um negativo sentimento de condenação ou crítica. Após fazer isso, visualize na sua mente a abertura do seu anzol e mesmo que você não tenha a mínima vontade de fazer isso diga a Deus: ¿Deus, em obediência à Tua Palavra eu libero essa pessoa dessa culpa contra mim. Da mesma maneira como um dia o Senhor me perdoou, eu também a perdôo.¿

Nélio DaSilva

RESSENTIMENTO, MÁGOA, ÓDIO SÃO VENENOS QUE TOMAMOS ESPERANDO QUE A OUTRA PESSOA MORRA

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 8:24 AM
 


24.3.04

Civilizações inteligentes na Via Láctea
( Equação de Drake ( Frank Drake - Astrofísico ))

N = R fp ne fl fi fc L


Onde:

N = Número - provável - de civilizações técnicas se comunicando na Via Láctea.
R = Taxa de criação de estrelas na galáxia ( em estrelas/ano ).
fp = Fração de estrelas com planetas
ne = Número de planetas por estrelas - com planetas - que oferecem condições à vida.
fl = Fração de planetas com capacidade de sustentar a vida, onde esta realmente se desenvolveu.
fi = Fração de planetas com vida onde a vida inteligente se desenvolveu.
fc = Fração de planetas com vida inteligente e capacidade de comunicação a longa distância.
L = Tempo de vida da civilização. Tempo que uma civilização que uma civilização com capacidade de rádio-comunicação duraria antes de se auto-destruir, ou ser extinta por algum outro evento.

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 2:13 PM
 

Site Muitíssimo Recomendado da Semana

Revista Café Orbital

*P.S.: Afinal, também tenho que fazer o meu papel de divulgador da ciência.

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 9:41 AM
 


23.3.04

VALE A PENA

E aqui vai tal como a recebi:

Show do Ministro Brasileiro de Educação nos EUA

Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos...

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF e atual ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristovam Buarque:


"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróle do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade.
Assim como Paris,Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!".

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 8:39 AM
 


22.3.04

Contradição

Já disse que todas as coisas são estúpidas.
Mas para serem,
Há de haverem estúpidos para as julgarem estúpidas.
Todas as pessoas - ou no mínimo a maioria - são estúpidas:
Completos idiotas.
E eu?
Mais vil, mais idiota - que todos os idiotas somados -,
Mais estúpido - e ainda assim tão ingênuo aos olhos -,
Mais chocantemente humano ainda, por dizer tal coisa.

Queremos as contradições:
Queremos nos drogar com bebida e fumo
- e se houver, também um pouco de ópio ou canabis -,
E pedir para que nossos filhos não façam o mesmo.
Queremos a "Virgem Santa", com o singelo tapa-sexo à lhe cobrir.
Santificado seja o tapa-sexo!
Ave, salve-viva!
Queremos que Deus seja a nossa imagem e semelhança;
Nós humanos, tão divinos e mortais
- Porque um dia, todos morremos.
Aproveitem! Enquanto há vida.
Sejamos escravizados pela obrigação do aproveitar.

Queremos as contradições:
Queremos o prazer orgástico das contradições.
Viva! Friamente o hedonismo.
Se calhar ou não
- pouco me importo se calhar ou não, como os demais outros -:
Toda a sociedade é um mar de contradições.
Mar Revolto das Contradições, varridas para baixo do tapete.

Queremos ser cristãos,
Mas jamais dar a outra face.
Queremos ser virtuosos,
E mandar à PQP quem nos irrita.
Queremos ir à missa,
E depois cometemos o prazer casual de fornicações banais.
Queremos enterrar Deus,
E depois ressuscitá-lo, quando conveniente for.
Se podemos?
Sim, claro!
Não daremos à Cezar o que é de Cezar.
Que se exploda o dito do clero!:
"Sou católico e leio horóscopo.
E daí?"

Ave, salve-viva!
Bendito teu fruto que nos mantém sãos,
Contradição.
Queremos a luxúria e os prazeres da carne;
E que se exploda a bíblia.
Imitar Cristo!?
Qual o cristão em dita sã consciência, que o faz hoje em dia?
Hoje em dia em que os virtuosos são manés:
Emanuel, filho de Deus.
Ave, salve-viva!
Queremos o prazer banal de sexo casual,
E que se dane o padre.
Quando der na teia me confesso,
E pronto!
E pronto ponto.

Ave, salve-viva!
Achamos e não achamos Deus antiquado.
Ave, salve-viva!
A contradição:
Não vivemos sem ela ( é uma função vital ).
Ao contrário do - e com todo o direito a sê-lo - louco que voz fala,
Quem seria mentalmente são sem ela?

Perdão Senhor.
Ave, salve-viva!
Santificada seja a contradição.

( Na ciência, questionamos a "verdade",
E eventualmente a mudamos.
Na religião,
Tentamos interpretar a imutável "verdade" divina. )


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 3:56 PM
 


19.3.04

sereno

sou o rascunho atemporal
de um projeto irrealizado
não cheguei a ser o artista
capaz do acabamento imaginado
a prancheta tem nuances impossíveis
que o concreto não atinge
e permaneço assim
um velho sonho esboçado
feliz pelo limite alcançado
e já não quero mais
só quero paz, dormir em paz
contido num semblante serenado

Luiz Tarcizo

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 4:05 PM
 

Falibilidade ( Psique Metamorfa (?) )

Desfaço o que já disse uma vez.
Afinal:
Todos os humanos são falíveis.
Por que você ou o outro não seriam?

Penso,
E ainda não concluí em que nível existo
( Talvez - como dizem -, tudo seja um holograma tetradimensional de alguma coisa de cinco dimensões ).

Sou falível,
Assim:
Por que não haveria de ser ridiculamente tosco?
Ah, todos os homens são falíveis...
( Ainda bem que a ciência muda; se alto corrige )
Pergunto-me então:
Qual a razão da fé?
Acreditar no Infalível que às vezes falha?

Ao contrário do que disse uma vez:
Quero o prazer de versos toscos,
Soltos ao acaso.
Aí, quem sabe a minha "seleção mental" os faça evoluir?

De toscos:
Só os melhores que não são estes.


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 9:26 AM
 


17.3.04

"Se Deus é realmente onipotente, por que ele expulsou o primeiro casal humano do paraíso? Ademais, por que deveria Ele preocupa-se com o conhecimento por parte do ser humano, do que é bom e do que é mal, adquiridos quando Eva provou do fruto do conhecimento e ofereceu à seu esposo?"
Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 4:49 PM
 

Versos em Só Maior

Brilhante-Iluminado!
Ser e não ser também.
Não sendo - outro -,
Sou eu mesmo -
Só.
Não sendo eu:
Não sou eu, nem outro, nem você.

Sendo: ( Sim claro! ) Obviamente não sou.
Não sendo: ( Ah-que-sim! ) Obviamente sou.

Brilhante-Iluminado!
( Poeta Quimérico )
Bendita a dualidade,
Não-à-sim tão evidente.
Sempre sendo, não sou
( Um cavalo é um cavalo:
Por isso, não é um pégasus ).


Frank Leber (?)

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 1:14 PM
 

E=mc²
Não sei se você sabe o que isto significa,
Mas tem alta aplicabilidade real:
Cotidiana.
Quando foi escrita pela primeira vez,
Esta quimera de nada servia.
Hoje, Angra 1 e 2, dependem desse negócio aí em cima,
E os submarinos nucleares também.
Tempo e espaço sanfonados - tão inúteis quanto Maxwell - de nada serviam;
Hoje tal coisa acerta as transmissões via satélite e o GPS.

Einstein: Símbolo dos avanços.

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 12:56 PM
 

CADA UM DELES tem a gravata à lhe abraçar o pescoço.
Alguns se dão ao luxo de não usarem gravata.
Todos tentam - utopicamente - abraçar o mundo ( e não dividi-lo com mais ninguém )
O MUNDO é só um pálido ponto azul,
Perdido na imensa escuridão um pouco quente.
Ademais:
Estes Grandes Homens são insignificantes

( As traças querem abraçar a grande bola azul,
Não fraternamente..., claro! ).


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 12:45 PM
 


16.3.04

As coisas são estúpidas.
Perfeitamente estúpidas - em alta precisão
( queria ser como elas ).

Um telefone celular ultra-moderno - desses que dá até para ver filmes -,
È engenhosamente estúpido.
Muita tecnologia?
Oh, sim!
Muita física?
Oh, sim!
Muita Relatividade-Especial?
Oh, sim!
Muita Mecânica Quântica?
E como! E, bota como nisso ( nos transistores )!

Mas,
Como sempre,
E daí!
Quem se importa?
( Afora os Nerds idiotas - como eu ).

Queria ser assim:
Afinal, estúpido como todas as coisas.
Pois,
Afinal, não são todos os outros afora estúpidos?
Estúpidos por vontade.


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 3:08 PM
 


15.3.04

Atentado

O inocente que era culpado,
Sim:
Está acabado.
E tudo assim,
Então acabou enfim.
( Então, está abalado!? )


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 9:51 AM
 

Súplica ao Poema

Ó não! Não me abandones!
Saudade já sinto antes de partires.
O coração dói em meu peito.
Sinto a poesia abandonar-me.
Sumir no horizonte de meu ser psíquico.
E já a tenho...
Perdida; encontrada bem aqui na lembrança.
Tenho hoje, a saudade do ontem presente amanhã.

Ah! Saudade-de-versos!
Emotiva-Razão.
Razão-Emotiva.
Neuroestrutura quimérica.
Versos feitos de sinapses.
Sinapses feitas de alguma coisa e nada
( Mas é o Nada, que dá o sentido das coisas:
O Vazio não tão vazio assim ).

ÓH, versos vivegantes!
Não me sumam no horizonte cósmico.
Não se afastem - imaginativamente - mais rápido que a luz.
Não me abandonem!


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 9:44 AM
 

A Dama de Vermelho
( Rapariga Idealizada )


Estremeci:
Tum-Tum-Tum...
...............................................

Minha memória emotiva é a perdição de minh'alma!
( A Dama de Vermelho; Desejei
Seus lábios... vermelhos ).
Ah, minh'alma é a perdição de meu coração!
Minha perdição.
Minha,
Só minha,
Perdição Vermelha.

Passei por ela na escada:
"Olá!" ( um "olá" bem tímido ).
Um, "olá" de retorno,
Com um sorriso de lábios vermelhos ( hipnotizantes ).
Lembro fotograficamente tua pálida mão estendida - Dama de Vermelho.
Quase derreti todo
Este coração-mole.

A Dama de Vermelho
Na ocasião vermelha,
É só um vermelho sonho.
Lembrança vermelha;
Gelada que às vezes derrete de vermelha.

( Meu sangue é vermelho ).
( Meu coração é vermelho ).


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 9:41 AM
 

O Urubu

Distante.
Lá no alto,
No céu,
Um urubu a voar.

Sei que é só um urubu
( Ave não muito aprazível).
Mas lá no alto,
No céu,
É belo.
( Um sonho voador identificado ).


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 9:26 AM
 

"A raça humana não tem um histórico muito bom de comportamento inteligente"

Stephen Hawking

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 8:49 AM
 

A Paixão de Cristo: Nada no filme é relevante, a não ser a violência em estado bruto
*: Texto do blog: http://cora.blogspot.com/ ( recomendo este blog )

Tortura explícita e muita fé... no marketing

Antes de assistir à ¿Paixão de Cristo¿, eu já estava impressionada com a facilidade com que Mel Gibson montou a sua máquina de marketing; como foi criando as armadilhas mais transparentes; e como os alvos para os quais essas armadilhas foram montadas (mídia inclusive) nelas caíram obedientemente, sem pensar duas vezes. Aparentemente, aliás, sem sequer pensar. Agora, tendo assistido ao magnum opus de Gibson, minha admiração pelo marqueteiro não tem limites. Não é qualquer um que consegue transformar em assunto de primeira página um filme de quinta, sem vestígios de roteiro ou qualquer carga dramática; não é qualquer um que consegue criar uma polêmica religiosa a partir de um filme-pancadaria bizarro em que, contrariando todas as normas do gênero, apenas um dos lados apanha.

¿A Paixão de Cristo¿ começa com a última noite de Jesus no Monte das Oliveiras. O clima é soturno e, sobretudo, muito, muito canastra. ¿Interpretação¿, na cartilha de Mel Gibson, não é propriamente uma atividade sutil. Logo Judas vai receber os seus 30 dinheiros e, na seqüência, a guarda aparece para levar Cristo ao seu destino. É uma abertura tensa, que pressupõe que todos os espectadores conhecem, de cor e salteado, a sucessão de eventos que levou a este ponto. Isso provavelmente é verdade ¿ mas, ainda assim, falta ao filme uma raiz histórica ou um mínimo de dialética que justifiquem o que acontece depois dos seus dez primeiros minutos: uma longa sessão de tortura explícita e contínua, de um mau gosto inenarrável. Para dizer pouco. Resultado: duas horas macabras de violência gratuita, com sangue aos borbotões, carne estraçalhada, pedaços de pele arrancados ou pendentes, costelas à vista. Enfim, como prova a bilheteria estratosférica, um programão para o público que cresceu apreciando Jason e Freddy Krueger.

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 8:38 AM
 

Utopias

* Texto do site: http://www.trunkael.blogger.com.br/ ( recomendo este blog )

Estava navegando por um determinado forúm, e cai em uma discussão sobre "As origens satânicas do Rock". Nem continuei procurando, pois daqui a pouco acharia tópicos como: "RPG causa atentado terrorista na França"; "Achado fósseis de Adão e Eva para comprovar Gênesis"; "Como fazer para adotar uma baleia que está nadando do outro lado do mundo" ou até "Salve-se: O juizo final está próximo".
Eu realmente achei que não existiam mais esse tipo de discussão na internet, por que aqui as pessoas tem tanto acesso à informação, que conseguem diferenciar o real do (ridicularmente) irreal. E agora me deparo com pessoas ainda dizendo que Rock é coisa do demônio, possivelmente haverá forúns discutindo a idade de Adão, os ETs que vigiam a Terra, as energias que emanam de um livro de RPG.
Há espaço para esse tipo de discussão ainda? Sim, claro que há, vamos discutir a história do Rock, a possivel existencia de vida (bem longe daqui) fora da terra (onde podemos apenas supor), e como as empresas estão usando RPG para treinamento de pessoal e auditoria interna. Mas colocar mitos nas discussões? Pra quê? Se não passam de mitos, por que então devem ser discutidos?
O misticismo chama muita atenção de todos, mas querer colocar o sobrenatural (ou seja, "o que não é natural") como fato cientifico, é utopia. Não é possivel que as pessoas ainda discutam a existências de demônios, todos eles são imaginários, nós mesmo os criamos. Parece que os crentes tem medo que o demônio suma da face da terra, pois assim não terão com quem lutar, e de quem proteger os fiéis.
As pessoas têm que aprender a pensar. Não estou dizendo que todos que acreditam em duendes são ignorantes, mas sim, que temos uma mente questionadora, temos uma razão, e também temos bom-senso, e devemos usa-los pelo menos de vez enquando, para que, pelo menos, não fiquemos alienados a assuntos que são totalmente desnecesários à nossa vida.
A natureza por si já é misteriosa o bastante para que uma pessoa passe toda sua vida estudando, e mesmo assim morra sem nada saber sobre ela. Para que então ficar discutindo a "sobre-natureza" que não pode ser vista, e muito menos estudada cientificamente, e que, pior ainda, vai te levar apenas do nada, para lugar nenhum.
O que digo, não é uma questão de desrrespeito à crença de outras pessoas, mas sim um pedido para que usem o bom-senso de vez enquando, e pensem com a própria cabeça, e não como a sua igreja, televisão ou familia, querem que você pense.



"Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar."
Carl Sagan

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 8:23 AM
 


11.3.04

Descanso Cansado

Ah, a grande satisfação de fazer algo!
A grande satisfação de criar!
A grande satisfação de realizar - um sonho!
A grande satisfação de dar algo do mais precioso de seu ser!

Há quem tenha satisfação em fazer nada.
( Descanso )
Mas,
Fazer nada é fazer algo até estar cansado de tanto descanso.

Santo tédio da existência que me sobe a alma!
Por isso me ocupo - por isso crio -,
E quando já estou cansado,
Descanso até cansar-me de tanto descanso.
( Á sim: recuperar as energias é fazer algo )

Descanso ( sim, como sempre, é preciso ) até recuperar as energias criativas.
Se, quer um bom conselho:
Durma bastante, e depois, acorde bastante.
E assim o ciclo continua.
Depois do descanso, às vezes as idéias saem da toca.
- Ah, essas tímidas! -


Frank Leber

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 11:56 AM
 

Mudança.
Mudança de casa.
Mudança de atitude.
Mudança do corpo.
Mudança de alma ( psiké ).
Mudança...! Muda!

Mudança de vista.
Mudança de ver.
Mudança da mudança, mudando o modo de mudar a evidência que tudo muda.

Mudança de posição - no tempo: Movimento.
( Ah, dei-me um momento - eterno! )
Movimento: Momento, luta, dança.
- A Dança Cósmica das Feiticeiras, somente sonhadas -
Sim; mudança do ventos.
Sim: A Eterna Dança do Tudo Mudar.

Frank Leber.

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 11:55 AM
 

Sonho ( Sono ) de Ser

O que vou ser?
Apenas sonhos que ainda não sei.
Sei que nunca serei nada;
É Impossível!
Afinal:
Ser nada é ser alguma coisa.
( O nada é algo. Sartree iria gostar muito disso ).

Ah, que sono!


Frank Leber

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 8:51 AM
 


10.3.04

Blog com tamanho certo
na medida exata pra tolher
talentos...
Afinal... com quantos MB
se faz um poeta?

CoRa soprou estas palavras ao vento às 8:56 AM
 


8.3.04

Tempo em Fuga.

Adiante o relógio.
Vai, anda logo!
Vai,
Vai,
Vai!
Pressa; sim muita pressa.
Pressa, pressa, pressa.
Muita pressa.
Ah, o corre-corre de nossa sina coletiva.
( Se está com pressa ( bendito strees ), por que lê isso? )
...........................................................................................

O Futuro: O amanhã que nunca chega.
Ouves Futuro? Temos pressa, muita pressa,
Queremos chegar logo a lugar nenhum,
Queremos o fim das coisas em nosso próprio fim,
Queremos o prazer - só ele, sem o que vem junto - o quanto antes,
Queremos o lucro o quanto antes - não importa os meios.
Queremos o descanso - sim, descanso bem cansado - o quanto antes,
E ainda assim, continuamos a correr.
Ah...
Queremos, queremos, queremos
- Isso, continue, não pare, não pare nunca de querer -.
De tanto querer corremos,
De tanto correr não vemos nada,
De tanto não vermos, morremos.
( Que ela venha logo! Quero sossego. )
Amanhã - é, logo ali, sem-pressa -,
Os humanos serão classificados como seres brutos.

Mas que estupidez dizer tudo isso:
Temos pressa, muita pressa.
Se caiu, levante.
O quanto antes.
O quanto antes ouviu bem!?

Vamos, vamos, vamos!
Anda!
Adianta, Adianta, Adianta.
Adianta o relógio - se não o meu estará na sua frente.
Vamos!
Adiante!
Pra frente e enfrente!
Isso mesmo: enfrente,
Temos sempre que enfrentar.

Adiante!
Pressa, pressa, pressa,
Muita pressa.


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 8:54 AM
 


4.3.04

Saudação ao Século XX ( Ao Século Passado )

Ó, século veloz como a luz.
Século dos mil anos em cem.
Ó, século sem século.
Século do tudo acabado e ainda muito por fazer.
Século das esperanças tolas.
Século dos choques,
Dos terrores,
Dos amores...
Ó, século assassino;
Século das dores.
Tu, certamente foste: O Século.
Saúdo-te, século que já foi e ainda é.
Saúdo-te corajosamente,
Por medo
Do pavor que tu ainda és.

Século das Revoluções,
Século da Relatividade ( Teoria da Invariância ),
Século da Mecânica Quântica,
Século do DNA,
Século do genoma,
Século do Ultimo Teorema de Fermat,
Século das Super-Cordas,
Século da Matriz-M,
Século dos grávitons,
Século das redes de spins casuais Smollin-Kalamara.
Século das condições,
Século das contradições...
Saúdo-te, como os demais outros seres - humanos.

Ó, século dos sem precedentes;
Do dar a vida e tira-la.
Século das assombrosas técnicas médicas.
Século, do como salvar vidas perdidas.
Século das assombrosas técnicas de matança ( que avanço! ).
Século dos aniquilamentos sem precedentes.
Século, de início sem aviões,
Do meio com U-2s,
E de fim, com B-52s:
Poderosas máquinas mortíferas.
Século de Hiroshima e Nagazaki.
Serás tu, ó século, o início do fim?

Ó, Século Borbulhante,
De certezas ideológicas,
Fanatismo,
Líderes loucos,
Do culto ao corpo como mercadoria,
Da acumulação de armas letais,
Como tu, ó século, sem precedentes!

Tu, ó século que foi, nos pressagia um futuro bom?

Ó, século das vendettas etnocêntricas e xenófobas,
Mas também século das grandes uniões,
Boas e más.
Século da queda de muros,
E erguer de barreiras maiores ainda.
Século do poder, e da queda do poder pelo mesmo poder.
Século do Poder-Louco.
O poder que enlouquece, portanto não sendo poder.

Ó século de Elvis, Beattles,
Picasso, Russel,
Dali, Saramago,
Tolkien, Senna,
Einstein, Hawking,
Dumont, Andrew Wiles,
Carl Sagan, Pelé,
Cezar Lates, Johana Döbereiner,
Max Plank, Newton da Costa,
Monteiro Lobato, Portinari,
Dentre tanto outros.
Ó, século de tudo o que não me lembrarei.

Ó, século: Século Grande-Que-Foi;
Quimera monstruosa de Cronos.
Século que entendemos e continuamos a ficar sem entender.

Ó, século de Hitler e Stalin - para não falar de outros -;
Século do Holocausto.
Século da de pouco efeito Rio 92.
Século do Tratado de Montreal,
E de Sonhadores:
Esperançosos-Dementes, que crêem que líderes loucos, já não podem vir ao poder.

Ó, Grande-Contínuo-Sonho.
Ó, pesadelo que ainda não acabou.
Ó, O Fim dos Dias que ainda não terminaram.
Ó, século do Apartaid e de Mandela.
Ó, Século das Lembranças.
Ó, Século De Todos Os Esquicimentos;
Não esqueceremos,
- saúdo-te! -
Tu foste, O Século dos Séculos!


Francisco Maximiano da Silva

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 9:56 AM
 


3.3.04

Para que serve a Astronomia?

Astronomia é, provavelmente, a mais antiga entre todas as ciências. Observar o céu estrelado tem sido muito mais que uma fonte de inspiração para o ser humano. O movimento dos corpos celestes revela-se periódico e por isso tem sido associado às variações do clima da Terra. Desde os tempos mais remotos, contemplar o firmamento era como assistir ao movimento de um imenso relógio, com extraordinária precisão, e cujo mecanismo era preciso conhecer e dominar.

A filha do tempo
A sucessão dos dias e das noites permitiu a primeira contagem do tempo. A presença de certos grupos de estrelas no céu passou a indicar os períodos de seca e chuva e portanto a época adequada ao plantio e à colheita. A posição do Sol no horizonte ao longo do ano ajudou-nos a compreender as estações e o comprimento das sombras foi suficiente para medir o tamanho da Terra. A Lua, com suas fases, sugeriu os períodos mensais e semanais e explicou o ciclo das marés. Da ocasião adequada para o corte das madeiras ao ciclo menstrual da mulher, inúmeros foram os fenômenos cuja periodicidade foi associada a dos eventos celestes.
Se não pudéssemos contemplar uma noite estrelada, jamais poderíamos ter nos aventurado pelos mares. As constelações guiaram navegantes chineses e ocidentais durante séculos. Na sua busca de desvendar as complexas engrenagens dos movimentos celestes, o gênio humano foi criando novas ferramentas para entender a natureza. Sem Astronomia não conheceríamos as Leis de Newton. E foi a Mecânica Celeste quem inspirou o surgimento do cálculo diferencial e integral, utilizado hoje em meios tão diversos quanto a Medicina, Engenharia e Economia.
Em tempos recentes a exploração do espaço não apenas aumentou nosso conhecimento sobre o universo, como também não cessaram os benefícios obtidos por tais conquistas. O empreendimento necessário para lançar um satélite ou uma nave tripulada trouxe ao nosso dia-a-dia a tecnologia dos microprocessadores, das vestimentas térmicas que protegem bombeiros e salvam a vida de bebês prematuros e o desenvolvimento de novos métodos de análises clínicas, entre tantos outros.

Ciência pura
E ainda que nenhuma aplicação prática pudesse ser citada, o simples conhecimento por trás de um fenômeno em um corpo celeste a milhares de anos luz da Terra - e que talvez nunca um homem possa observar diretamente - traduz-se na importância da pesquisa básica para a aventura humana neste planeta. E sem a pesquisa básica nenhuma aplicação de um conhecimento pode ser melhorada.

Quando Michel Faraday realizou suas primeiras experiências com a geração de corrente elétrica no século passado, ninguém, nem mesmo ele próprio sabia para que poderiam ser úteis. O mesmo aconteceu com os estudos de Maxwell, que são a base das aplicações contemporâneas em telecomunicações.

Não há como prever se o resultado da pesquisa básica de hoje terá ou não uma finalidade prática no futuro. Em ciência não faz sentido considerar apenas o investimento em pesquisas que gerem aplicações imediatas. Um país que não faz pesquisa básica está condenado a nunca se superar. E se estamos aqui hoje foi porque fomos capazes de enxergar novos horizontes. A Astronomia descortina o maior dos palcos para a aventura humana deste novo milênio. Se vamos interpretar um épico ou uma tragédia só depende de nós.

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 8:56 AM
 


2.3.04

Gaiolas e asas

"Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas"

Rubem Alves

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 3:52 PM
 

Oração do Poeta Cético.

Poesia Nossa que estais na alma,
Nos dais hoje a breve reflexão,
Da qual só os humanos - até onde sabemos - são capazes.

Bendito seu fruto dentre as letras.
Santificados sejam os poetas,
Os Homens de letras,
Artes, e
Ciências.
Que a razão e o amor sempre andem juntos com a humanidade!

Amém!


Francisco Maximiano da Silva ( já que o blog não morreu - ao menos por enquanto -, eu continuo por aqui ).

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 12:55 PM
 

Cuidados com isso que se chama fé

" Quando o filme 'Parque dos Dinossauros' foi mostrado em Israel, ele foi condenado por alguns rabinos Ortodoxos porque ele aceitou a evolução e porque ele ensinou que os dinossauros viveram centenas de milhões de anos atrás - quando, como está claramente declarado em todo Rosh Hashonhan e toda cerimônia de casamento Judaica, o Universo tem menos do que 6.000 anos".

Carl Sagan. "O Mundo Assombrado Pelos Demônios. A Ciência Vista Como Uma Vela No Escuro" - Companhia das Letras.

Francisco M. Silva soprou estas palavras ao vento às 12:26 PM
 
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